
A Rosa
Milton Nascimento
Relações intensas e cultura brasileira em “A Rosa”
Em “A Rosa”, Milton Nascimento retrata um relacionamento marcado por altos e baixos, usando a personagem Rosa como símbolo de paixão, frustração e fascínio. O verso “A santa às vezes troca o meu nome” revela, de forma irônica, a instabilidade e possível infidelidade de Rosa. Já expressões como “Odara” e referências à Portela aproximam a personagem de elementos importantes da cultura brasileira, mostrando sua ligação com o samba e a ideia de plenitude e beleza.
A letra mistura carinho e ironia, criando um tom descontraído e coloquial. Rosa é imprevisível: desaparece na madrugada, volta sorridente, inventa carícias, mas também vira a cara e faz acusações. Trechos como “espinho cravado em minha garganta” e “A falsa limpou a minha carteira” mostram o lado doloroso e até cômico do relacionamento, sugerindo tanto engano financeiro quanto emocional. O uso de trocadilhos, como “a gueixa, que coisa mais amorosa”, reforça as várias facetas de Rosa, que oscila entre afeto e transgressão. No final, a esperança de que “um dia volta pra casa” resume a complexidade desse amor caótico, onde o encanto e a decepção caminham juntos.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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