
Fruta Boa
Milton Nascimento
A maturidade do amor em "Fruta Boa" de Milton Nascimento
Em "Fruta Boa", Milton Nascimento e Fernando Brant usam a metáfora da fruta madura para retratar um amor que se desenvolve com o tempo, fugindo dos clichês românticos. Quando dizem “é maduro o nosso amor, não moderno”, os autores destacam a diferença entre um sentimento profundo, construído com paciência e convivência, e relações superficiais e passageiras. A música sugere que a felicidade amorosa verdadeira nasce da aceitação tanto das alegrias quanto das dificuldades, como no trecho que menciona o “céu e inferno” presentes na vida a dois.
A frase “coração é o quintal da pessoa” reforça a ideia de que o amor floresce no espaço mais íntimo e fértil de cada um, podendo ser cultivado e renovado, assim como uma fruta amadurece no quintal de casa. O verso “é pequeno o nosso amor, tão diário / é imenso o nosso amor, não eterno” reflete a dualidade do sentimento: ele é cotidiano e grandioso ao mesmo tempo, finito, mas marcante. A canção valoriza o amor vivido com leveza, humor e mistério, sem perder a seriedade de quem reconhece a importância das pequenas alegrias e da renovação constante, tornando esse amor “a coisa mais feliz dessa vida”.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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