
Veleiro (part. Lô Borges)
Milton Nascimento
Jornada interior e reencontro em “Veleiro (part. Lô Borges)”
Em “Veleiro (part. Lô Borges)”, Milton Nascimento e Lô Borges, com letra de Patrícia Maês, usam a imagem do veleiro para representar uma jornada interior marcada por desafios, autoconhecimento e busca de sentido. O verso “Velas brancas inflam sob o Sol” indica o início de uma travessia impulsionada pela esperança, enquanto “A varanda de água e sal / Mira o pórtico infinito além / Do mar territorial” sugere a superação de limites conhecidos e a coragem de navegar rumo ao desconhecido, tanto no sentido literal quanto simbólico.
A canção utiliza o mar como metáfora para a vida e suas emoções profundas. Trechos como “Mergulhado no abismo azul / Fendas fundas no coral” evocam a imersão em sentimentos intensos, mostrando que há beleza e mistério mesmo nas partes mais obscuras da existência. Já “Profundeza em léguas rompe breus / Na falésia abismal” reforça a ideia de enfrentar obstáculos e o desconhecido, enquanto “Rocha líquida vazando luz / Véus do magma da nau” mistura elementos sólidos e fluidos, simbolizando transformação e resiliência diante das adversidades.
O reencontro entre Milton Nascimento e Lô Borges, após anos de parceria e em meio à pandemia, acrescenta um significado especial: o veleiro passa a representar também a travessia conjunta, a força da amizade e a continuidade criativa, mesmo em tempos difíceis. Assim, “Veleiro (part. Lô Borges)” celebra tanto a jornada individual quanto os laços que resistem ao tempo e às tempestades.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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