
Meu Jogo
Mistery
Dinâmica de poder e manipulação em "Meu Jogo" de Mistery
A música "Meu Jogo", de Mistery, utiliza a metáfora do videogame para retratar uma relação marcada por controle e manipulação. Logo no início, o convite "Que tal jogarmos um jogo?" coloca o interlocutor em um ambiente onde as regras são impostas pela narradora. Isso fica ainda mais claro em versos como "é só um cartucho pra eu controlar", mostrando que o outro é tratado como um personagem dentro de um universo criado por ela. O clima de suspense e domínio é reforçado ao longo da letra, deixando evidente que a relação é desigual e baseada em poder.
Trechos como "Irei mostrar o inferno que é" e "Mesmo que lute, sua vida acaba aqui" deixam claro que o jogo proposto é, na verdade, uma armadilha emocional. Não há espaço para fuga ou resistência, e a submissão é exigida. Expressões como "loop infinito" e "não há como se esconder" reforçam a sensação de aprisionamento psicológico, enquanto a menção a "coleção" sugere que o outro é visto apenas como mais um troféu. A letra também aborda inseguranças e ciúmes, como em "É um problema não ser perfeita? Como as outras que tanto mima", indicando que o controle surge como resposta a sentimentos de inadequação. Assim, "Meu Jogo" explora de forma direta e sombria os limites entre desejo, posse e manipulação, usando a linguagem dos jogos para ilustrar relações tóxicas e obsessivas.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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