
Turma do Funil (No Baixo Leblon) - com Tom Jobim e Chico Buarque
Miúcha
Boemia e irreverência em “Turma do Funil (No Baixo Leblon)”
A introdução "No Baixo Leblon" oferece um retrato vívido do fim de noite nos bares do Leblon, bairro carioca conhecido por sua vida boêmia e pela presença de artistas e intelectuais. O verso “Quando é tão densa a fumaça / Que o tempo não passa / E a porta do bar já fechou” destaca o clima de madrugada avançada, quando o bar esvazia, mas o desejo de continuar celebrando permanece. Essa atmosfera remete ao contexto histórico do Baixo Leblon, famoso por ser ponto de encontro informal e fonte de inspiração para músicos e escritores do Rio de Janeiro.
Na sequência, a música incorpora a marchinha “Turma do Funil”, adotando um tom descontraído e bem-humorado. O trecho “Todo mundo bebe mas ninguém dorme no ponto” ressalta o espírito de camaradagem e resistência dos boêmios, enquanto “Nós é que bebemos e eles que ficam tontos” brinca com a ideia de que, mesmo bebendo, o grupo mantém a animação e a lucidez, invertendo expectativas. O refrão reforça a prioridade da diversão e da celebração coletiva, com a “turma do funil” simbolizando o ato de beber em grupo. Assim, a música mistura nostalgia, humor e uma homenagem à boemia carioca, atualizando a tradição das marchinhas carnavalescas para o cenário urbano dos anos 1970.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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