
LIVIDI SUI GOMITI
Måneskin
Resistência e autenticidade em “LIVIDI SUI GOMITI” do Måneskin
Em “LIVIDI SUI GOMITI”, o Måneskin utiliza a figura de Frida Kahlo como símbolo de resiliência diante da dor e da marginalização. A menção à artista mexicana na letra não é apenas uma homenagem, mas uma forma de conectar a luta pessoal dos integrantes da banda à trajetória de alguém que transformou sofrimento em arte e autenticidade. O título, que significa “hematomas nos cotovelos”, reforça visualmente o preço físico e emocional de não se submeter ao conformismo, sugerindo que as marcas adquiridas ao longo do caminho são sinais de coragem, não de fraqueza.
A música constrói uma oposição clara entre quem se conforma e quem desafia as regras. Em versos como “A noi il coraggio non ci manca, siamo impavidi / Siamo cresciuti con i lividi sui gomiti” (“Para nós não falta coragem, somos destemidos / Crescemos com hematomas nos cotovelos”), o grupo rejeita a necessidade de aceitação social e despreza quem prefere se misturar e seguir padrões, como em “striscia, prega, confonditi” (“rasteje, reza, se misture”). O tom de revanche, destacado pela banda em entrevistas, aparece em “Io sarò zero, ma lo zero piscia in testa a te e il tuo gruppo” (“Eu serei zero, mas o zero faz xixi na sua cabeça e na do seu grupo”), invertendo a lógica do status social. A repetição de “Non ce ne frega un cazzo di te” (“Não damos a mínima para você”) reforça a mensagem de independência e desprezo pelas opiniões alheias, tornando a canção um manifesto de resistência e autenticidade.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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