
As Coisas Que Eu Gosto
Moacyr Franco
Romantismo cotidiano em "As Coisas Que Eu Gosto" de Moacyr Franco
"As Coisas Que Eu Gosto", de Moacyr Franco, destaca o valor dos pequenos gestos e detalhes do cotidiano, especialmente aqueles ligados à pessoa amada. A música mostra que o verdadeiro encanto está no sorriso, no olhar e nas expressões naturais de quem se ama, e não em bens materiais ou situações grandiosas. O compositor deixa claro que as "coisas bonitas" que mais aprecia vêm justamente da pessoa amada, reforçando a ideia de que o afeto se constrói a partir do simples e do genuíno.
O tom romântico da canção é evidenciado em versos como “Nem de encomenda eu ia encontrar / Outra igual a você para amar”, que expressam a sensação de sorte e gratidão por viver um amor considerado único e insubstituível. No trecho final, “Você não existe / Na certa sonhei / Quando inventei você”, Moacyr Franco transmite a ideia de que esse amor é tão idealizado que parece até um sonho, reforçando o sentimento de admiração. Lançada em 1965, a música reflete o romantismo clássico da época, quando valorizar sentimentos sinceros e gestos simples era uma característica marcante das composições brasileiras.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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