
Praça Mauá: Que Mal Há?
Moacyr Luz
Identidade e boemia carioca em "Praça Mauá: Que Mal Há?"
"Praça Mauá: Que Mal Há?", de Moacyr Luz, retrata a Praça Mauá como um refúgio para quem busca se reencontrar em meio às dificuldades. Nos versos “Se eu tô sem brio e estrela guia / Se há no barco uma avaria / Vou pra lá”, o artista mostra que, mesmo nos momentos de crise, a praça funciona como um porto seguro, onde o samba e a boemia ajudam a recuperar o ânimo. O tom descontraído e bem-humorado aparece quando o narrador se assume como “marujo da Praça Mauá”, mostrando orgulho de sua ligação com o local, mesmo diante de críticas ou preconceitos.
A letra também destaca a importância cultural e histórica da região, citando figuras como Nora Ney e João da Baiana, além de lugares como a Pedra do Sal e São Francisco da Prainha. Essas referências reforçam o papel da Praça Mauá como berço de artistas e sambistas, um espaço de encontros e histórias. O trecho em que João da Baiana “encontrou Netuno / Com três meretrizes / E foram juntos pra Paquetá” mistura realidade e fantasia, usando o humor para ilustrar a atmosfera livre e irreverente do local. Ao final, a aparição de Iemanjá cantando em um dancing simboliza a mistura de sagrado e profano, tradição e modernidade. A pergunta “Que mal há / Em ser da Praça Mauá?” desafia o preconceito e valoriza a identidade boêmia e popular do bairro, celebrando sua relevância para a cultura carioca.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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