
Samba Enredo 1991 - A História Se Repete
G.R.C.E.S. Mocidade Alegre
Crítica social e humor em “Samba Enredo 1991 - A História Se Repete”
"Samba Enredo 1991 - A História Se Repete", do G.R.C.E.S. Mocidade Alegre, faz uma crítica bem-humorada à repetição de problemas econômicos no Brasil, especialmente aqueles causados por decisões do governo. A letra compara o confisco da poupança durante o Plano Collor, em 1990, ao saque do ouro do Banco do Brasil por D. João VI, mostrando que, apesar da passagem do tempo, o povo continua sendo prejudicado por medidas semelhantes. O trecho “alguém passou 'um conto' no passado / dizem que foi d. João, lá se foi nosso tostão” evidencia essa crítica direta à recorrência de perdas impostas à população.
A música também valoriza a resiliência do brasileiro diante das adversidades, usando expressões populares e metáforas para mostrar como o povo se adapta e resiste. Frases como “vale mais ter 'um' no bolso do que 'dois' fora da mão” e “quem não pode se sacode, deixa acontecer” reforçam essa capacidade de enfrentar mudanças econômicas, como as trocas de moeda citadas em “cruzeiros e cruzados / tudo bem empacotado”. O samba transforma a indignação em festa e cultura, como no verso “e hoje a mocidade faz cultura na cidade / coisas do Brasil”, celebrando a criatividade e força popular mesmo diante das dificuldades. Assim, a música denuncia a repetição dos erros históricos, mas também exalta a capacidade do povo brasileiro de transformar crise em expressão cultural.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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