
Samba Enredo 2006 - A Vida Que Pedi a Deus
G.R.E.S. Mocidade Independente de Padre Miguel (RJ)
Carnaval como utopia em “Samba Enredo 2006 - A Vida Que Pedi a Deus”
O samba-enredo “Samba Enredo 2006 - A Vida Que Pedi a Deus”, da G.R.E.S. Mocidade Independente de Padre Miguel, destaca-se por transformar a ideia de apocalipse em uma grande celebração. A letra propõe uma utopia carnavalesca, onde a alegria e a festa mudam o destino da humanidade. Isso fica evidente nos versos: “A suprema divindade atendeu o meu pedido / Para mudar a profecia / Apostei na alegria e na magia do meu carnaval”. O contexto do cinquentenário da escola reforça esse clima de esperança, mostrando como a Mocidade, ao longo de sua história, realizou sonhos e promoveu felicidade coletiva.
O samba usa o carnaval como símbolo de um mundo ideal, sem guerras e com fartura para todos: “O homem que fazia a guerra / Hoje é um eterno folião / Há fartura em toda mesa / Da natureza todos vão compartilhar”. A festa aparece como força unificadora, representada pelo “verde e branco mar de energia”, as cores da escola, e pela ideia de que a Mocidade é “o caminho pra felicidade”. O otimismo se projeta para o futuro, com a promessa de um “novo amanhecer / Com liberdade e igualdade”, reforçando o desejo de um mundo melhor, guiado pelos valores do samba e da coletividade. Assim, a letra celebra tanto a trajetória da escola quanto o poder do carnaval de inspirar sonhos e transformar realidades.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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