
Saco de Ouro
Mococa e Paraíso
Memórias e afetos no campo em “Saco de Ouro”
A música “Saco de Ouro”, de Mococa e Paraíso, retrata de forma sensível o valor afetivo dos objetos simples do cotidiano rural. Elementos como “uma bota velha, chapéu cor de ouro, bainha de couro e um velho facão” são apresentados como verdadeiros tesouros para quem viveu intensamente a vida no campo. O título faz referência ao “ouro” não como riqueza material, mas como símbolo das lembranças e tradições que o narrador guarda com carinho, mostrando que a memória e a identidade são os bens mais preciosos do homem sertanejo.
O saco de estopa, onde esses objetos estão guardados, representa a preservação das raízes e da história pessoal. Cada item citado na letra, do lampião quebrado ao recibo do primeiro ordenado, carrega uma memória específica, marcando conquistas, desafios e afetos vividos. A recusa do narrador em vender ou permitir que alguém mexa em seu saco — “Não vendo e não deixo ninguém por a mão!” — reforça o orgulho e a importância dessas lembranças. A canção valoriza a cultura sertaneja e a tradição do boiadeiro, destacando que, para o homem do campo, o verdadeiro ouro está nas recordações e na ligação com sua terra e sua história.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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