Ribeira vai cheia
Modas À Campaniça
Obstáculos do amor e tradição em "Ribeira vai cheia"
A música "Ribeira vai cheia" do grupo Modas À Campaniça utiliza a imagem da ribeira cheia e do barco parado como metáfora central para os obstáculos que separam dois apaixonados. O verso "a ribeira vai cheia e o barco não anda" representa tanto barreiras físicas quanto emocionais ou sociais, reforçando a sensação de distância e impossibilidade típica dos desafios amorosos, especialmente no contexto do Cante Alentejano. A separação entre o narrador e o amor, expressa em "o amor está lá naquela banda" e "eu cá deste lado", evidencia a dificuldade de união diante das adversidades do cotidiano rural.
A letra aposta em versos simples e diretos para transmitir sentimentos de desejo, insegurança e humildade. No trecho "Eu bonito não sou, riqueza não ganhei, diz-me lá amor como é que eu te agradei?", o narrador revela sua vulnerabilidade e questiona o valor do amor além das aparências e posses. Já em "Se me queres contente, ao pé de ti tou bem; se me queres alegre, não fales a ninguém", fica claro o desejo de exclusividade e intimidade, valorizando o vínculo afetivo verdadeiro em contraste com relações superficiais, simbolizadas pelos "bonecos de palha" e "cabeças de vento". Assim, "Ribeira vai cheia" reflete sobre as dificuldades e a profundidade do amor, mantendo-se fiel à tradição e à expressividade do Cante Alentejano.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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