Tudo Passa
Moisés Almeida
Entre finitude e perdão em “Tudo Passa”, de Moisés Almeida
Em “Tudo Passa”, Moisés Almeida transforma a ideia da impermanência em chamado espiritual. Ele pede urgência não só para viver o presente, mas para escolher arrependimento e perdão antes que o tempo “irá findar”. Imagens simples — “A vida é como um sopro”, “como se fosse o vento” e a noção de que tudo muda “no piscar de olhos” — enfatizam a fragilidade da vida. O contexto reforça o alerta: a canção fala da imprevisibilidade e da importância de valorizar as chances de hoje, porque algumas não se repetem. Ao repetir “Não deixe a oportunidade passar por você” e “Quem sabe é a última chance para arrepender”, ele desloca o carpe diem do prazer imediato para decisões morais e reconciliação, enfrentando a “ignorância” e o orgulho que travam o perdão.
A narrativa vai do choque da finitude ao conselho prático: “viver como se fosse o último dia”, não por impulso, mas com propósito. O trecho “todo mundo sonha / e de repente tudo vai” mostra como planos podem ser interrompidos, pressionando por reconciliação enquanto há tempo. “A nossa vida está guardada pelas mãos de Deus” dá o eixo de esperança e responsabilidade: não controlamos o tempo, mas controlamos como tratamos os outros e como pedimos perdão. Assim, a canção afirma que, embora tudo passe, a humildade e a reconciliação escolhidas hoje dão peso e sentido ao que, inevitavelmente, se vai.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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