
Não Dá Mais
Moleca 100 Vergonha
“Não Dá Mais” entre o limite da dor e o pedido de perdão
O refrão “Não dá mais” não encerra o amor; marca o limite da mágoa e da distância. O verso isolado “Não te amo mais” soa como a voz da outra pessoa — real ou imaginada — que ele tenta desfazer com um pedido de perdão. Ele admite a culpa (“Sei que um dia eu errei”), pede nova chance (“Me dê uma chance / Eu posso provar que mudei”) e aposta na restauração do vínculo (“Quando o amor é verdadeiro / Perdoa”). Isso conversa com o repertório da Moleca 100 Vergonha — amor, erro, arrependimento e reconciliação — e com o momento do lançamento, em 2005, quando a banda, em alta, gravou um DVD ao vivo em São Luís para mais de 60 mil pessoas: um refrão confessional e direto que ganha força coletiva.
O objetivo é reconstruir a relação e afastar o medo de perder de vez: “Não sei o que fazer sem teu amor / Só você me traz a paz”. As imagens intensificam esse apego: amar é “a força de um vento / que vem de um furacão” (sentimento avassalador), “como ver um filho pela primeira vez” (descoberta e ternura), ficar sem ela é “viver / dentro de uma grande prisão” (opressão) e “como uma ponte sem rio” (falta de sentido). Há um jogo de vozes que tensiona a cena: “Agora é tarde demais” e “Não te amo mais” sinalizam resistência do outro lado. Assim, “Não dá mais” funciona como divisor: não dá mais para sustentar a distância e a dor; ele insiste no perdão, mas o fim ronda caso esse limite não vire reconciliação.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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