
Funeral
Mon Laferte
Ruptura e libertação emocional em "Funeral" de Mon Laferte
Em "Funeral", Mon Laferte utiliza a metáfora do funeral para expressar o desejo de encerrar não só um relacionamento, mas também o sofrimento causado pela rotina e pela falta de conexão. Versos como “Quisiera estar en el mar / Que me lleven las olas / Quiero dejar de respirar” (“Queria estar no mar / Que as ondas me levem / Quero parar de respirar”) mostram a vontade de escapar, sugerindo tanto uma fuga literal quanto simbólica do peso de uma convivência sem amor. O álbum "Norma" contextualiza a música como o momento em que o relacionamento já não traz felicidade, mas a separação ainda é evitada por medo ou comodismo, como no verso “Me pregunto en qué momento / Permitimos nos ganara la costumbre” (“Me pergunto em que momento / Permitimos que o costume nos vencesse”).
A solidão aparece em situações cotidianas, como preparar o café da manhã ou conversar sobre o futuro, que, em vez de unir, aumentam o distanciamento. O videoclipe reforça essa atmosfera de luto e libertação, mostrando Mon Laferte cercada por flores e dançando sob a chuva. No final, ao pedir perdão – “Perdóname, mi amor / Por haberte fallado” (“Me perdoe, meu amor / Por ter falhado com você”) – a artista revela vulnerabilidade e culpa, mas também a coragem de encerrar o ciclo. "Funeral" vai além do término amoroso: fala sobre reconhecer o desgaste, enfrentar o medo do fim e buscar a cura, mesmo que isso signifique aceitar o fim como um novo começo.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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