
Promessa de Violeiro
Monica Salmaso
Legado e resistência caipira em “Promessa de Violeiro”
“Promessa de Violeiro”, interpretada por Monica Salmaso, explora o desejo do artista de deixar um legado, enfrentando desafios e mantendo viva a tradição caipira. No verso “Eu também quando morrer / Quero deixar o que eu faço / Vou deixar minhas modinhas”, o violeiro expressa a vontade de ser lembrado por sua música, destacando a importância da transmissão oral e da cultura sertaneja. A simplicidade e o orgulho do personagem aparecem quando ele fala de seu rancho: “Rancho puro sertanejo / Mas ele é meu / Não tem ferro, não tem aço”, mostrando o valor das raízes e da autenticidade.
A música também aborda as dificuldades enfrentadas pelo violeiro, como a inveja e ameaças à sua vida: “Já quiseram me matar / Por inveja, com balaço”. A comparação com um “boi arisco / Não sai do mato / Pra não cair no laço” reforça a ideia de cautela e resistência diante das adversidades. O apego à terra e à rotina rural se revela em versos como “Eu gosto do mês de agosto / Que tem tarde de mormaço / Eu pego a minha viola / E nas moda dou um repasso”, evidenciando a ligação entre o artista, sua terra e sua música. Assim, a canção celebra a dignidade, a resiliência e o orgulho de manter viva a tradição sertaneja, mesmo diante das dificuldades.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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