
Suíte Dos Pescadores / Eu Quero é Botar Meu Bloco Na Rua
Monobloco
Tradição e resistência em “Suíte Dos Pescadores / Eu Quero é Botar Meu Bloco Na Rua”
A junção de “Suíte Dos Pescadores” e “Eu Quero é Botar Meu Bloco Na Rua”, interpretada pelo Monobloco, cria um diálogo entre o cotidiano dos pescadores e o espírito de resistência do carnaval brasileiro. O início da música, com versos como “Minha jangada vai sair pro mar / Vou trabalhar / Meu bem querer”, valoriza a rotina dos trabalhadores do mar, destacando a fé, a esperança e o desejo de um retorno seguro. Essa parte, inspirada na obra de Dorival Caymmi, reforça a importância da cultura marítima e da coletividade, elementos fundamentais na identidade popular brasileira.
Na transição para “Eu Quero é Botar Meu Bloco Na Rua”, a música ganha um tom de desafio e afirmação. Trechos como “Há quem diga que eu dormi de toca... que eu morri de medo quando o pau quebrou” abordam as críticas e julgamentos enfrentados por quem se posiciona ou resiste, especialmente em períodos de repressão, como a ditadura militar. O refrão “Eu quero é botar meu bloco na rua” expressa o desejo de liberdade, de ocupar o espaço público e de celebrar a vida mesmo diante das dificuldades. A fusão das duas canções, impulsionada pela energia do Monobloco e a participação de Lenine, transforma a música em um manifesto de resistência, alegria e pertencimento, conectando o trabalho humilde à luta por expressão e à celebração coletiva do carnaval.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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