
Missa a Metade
Monsta
Realidade social e empatia em “Missa a Metade” de Monsta
O título “Missa a Metade” já indica o principal tema da música: a falta de compreensão sobre a realidade de quem vive à margem da sociedade. A expressão popular “não saber a missa a metade” é usada para mostrar que, por trás do que se vê ou se noticia, existe uma realidade muito mais dura e complexa. Monsta utiliza essa ideia para construir uma crítica social direta, mostrando como a desigualdade e a falta de empatia afetam a vida das pessoas nas periferias.
Na letra, Monsta retrata situações em que “pessoas vendem o corpo, vendem esperança, vendem dreams” e o “media compra o drama”, evidenciando como a luta pela sobrevivência leva muitos a caminhos extremos, como o envolvimento com o crime e a busca pelo “dinheiro fácil difícil de desabituarem”. Ele também aborda a violência policial e a injustiça social, como na cena em que a polícia invade a casa e pergunta “onde é que a coca tá”, apontando para a mãe. O contraste entre o esforço das mães, que “rezam a mesa enquanto as suas crias pecam”, e o destino incerto dos filhos, mostra a luta diária para manter a dignidade e a esperança, mesmo quando “pecar é normal desde que mais a frente não se percam”.
A metáfora “cordão de ouro ou corda ao pescoço, não há a diferença se não sabes a missa a metade” resume a crítica à vaidade e ao julgamento superficial. Monsta denuncia não só a pobreza material, mas também a falta de compreensão social, mostrando que a luta pela sobrevivência é cheia de nuances que poucos realmente conhecem.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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