
Bloco do Prazer
Moraes Moreira
Carnaval e liberdade coletiva em "Bloco do Prazer"
Em "Bloco do Prazer", Moraes Moreira expressa o desejo de romper com as tradições do carnaval antigo, representadas pelo "som da marcha lenta", e abraçar uma experiência mais vibrante e moderna, simbolizada pelo "novo balancê". Essa busca reflete a influência dos trios elétricos, que o próprio artista ajudou a popularizar, trazendo uma energia renovada para o carnaval de rua em Salvador. O "bloco do prazer" vai além de um simples grupo festivo: representa um estado coletivo de alegria, liberdade e celebração, tornando-se um verdadeiro hino do carnaval baiano.
A letra mistura imagens de desejo, intensidade e efemeridade, como em "quero ser mandarim / cheirando gasolina / na fina flor do meu jardim", sugerindo a exaltação dos sentidos e a energia contagiante do carnaval. O verso "a vida tá pouca / e eu quero muito mais" revela a urgência de viver plenamente, característica do espírito carnavalesco, onde a celebração e a paixão superam as dificuldades do dia a dia. Ao repetir "oitenta carnavais", a música reforça a ideia de uma festa que atravessa gerações, celebrando a alegria como um valor central da cultura brasileira. Esse tema, inclusive, inspirou exposições como a realizada pelo Museu de Arte do Rio em 2024, mostrando a importância duradoura da canção.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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