
Atrás Do Trio Eletrico
Moraes Moreira
Carnaval baiano e celebração em “Atrás Do Trio Eletrico”
“Atrás Do Trio Eletrico”, de Moraes Moreira, captura o espírito vibrante do Carnaval de Salvador e o magnetismo dos trios elétricos. O verso marcante “Atrás do trio elétrico só não vai quem já morreu” resume o poder de atração dessa festa, mostrando como o trio se tornou símbolo de união e alegria coletiva. A frase virou um bordão popular, reforçando a ideia de que a energia do Carnaval é tão forte que só quem não está mais vivo fica de fora.
A letra destaca a troca e a partilha típicas do Carnaval, como nos versos “O sol é seu, o som é meu” e “O som é seu, o sol é meu”, mostrando que a experiência é democrática e compartilhada entre todos. O trecho “Quero morrer, quero morrer já / Quero viver, quero viver lá” expressa a entrega total à festa, onde a intensidade do momento faz com que as pessoas vivam tudo ao máximo. Já a menção “Nem quero saber se o diabo nasceu, foi na Bahia...” traz o tom irreverente e brincalhão do folclore local, mostrando que, independentemente das lendas, o importante é a explosão de vida proporcionada pelo trio elétrico. Ao citar “O trio elétrico, o sol rompeu no meio-dia”, Moraes Moreira reforça a ideia de que a festa é tão intensa que até o sol parece se curvar ao som, marcando o auge da celebração baiana.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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