
Mané Tibiriçá
Moreno e Moreninho
Fé popular e humor em "Mané Tibiriçá" de Moreno e Moreninho
Em "Mané Tibiriçá", Moreno e Moreninho exploram de forma leve e bem-humorada como a fé popular pode transformar objetos comuns em símbolos sagrados. A música narra a história de um camponês que, para proteger sua plantação, esculpe um espantalho de madeira chamado "juda", apelidado pelo filho de "Mané Tibiriçá". Após uma enchente levar a figura embora, pescadores a encontram e, acreditando se tratar de um santo, constroem uma capela em sua homenagem. A partir daí, a população começa a fazer romarias e atribuir milagres ao espantalho, como nos versos: "cego viu a luz do dia, aleijado tornou andar".
O ponto de virada ocorre quando o filho do camponês, que havia perdido a fala, vai até a capela e revela: "essa cara eu já conheço, eu aqui vim pra contar, que esse santo não é santo, é o Mané Tibiriçá". A canção, inspirada em uma história popular, faz uma crítica sutil à facilidade com que as pessoas criam devoção em torno de objetos simples, misturando fé, humor e a desconfiança típica do interior. No fundo, a música sugere que muitos "milagres" podem ser fruto da força da crença coletiva e da vontade de acreditar em algo maior, mesmo que esse algo tenha origem nas situações mais cotidianas.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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