Dona Maria do Bagaço
Morro da Crioula
Ritual do cotidiano e resistência em “Dona Maria do Bagaço”
Em “Dona Maria do Bagaço”, o Morro da Crioula retrata o cotidiano rural brasileiro por meio da repetição dos dias da semana, mostrando como o trabalho e a celebração se entrelaçam na vida do campo. O termo “bagaço”, que se refere ao resíduo da cana após a extração, simboliza a ideia de aproveitar tudo ao máximo, transformando o esforço diário em motivo de orgulho e festa. A letra detalha o processo de produção da cachaça, valorizando o conhecimento tradicional e a forte ligação com a terra. Esse ciclo de trabalho árduo culmina no domingo, quando a personagem principal “vai pra rua, fui beba pro povo ver”, destacando o momento de lazer e pertencimento à comunidade.
O nome “Dona Maria do Bagaço” funciona como uma homenagem à mulher trabalhadora do campo e também como símbolo da força e resistência presentes no cotidiano rural. O ato de celebrar publicamente no domingo não é apenas descontração, mas uma afirmação de identidade e valorização das tradições locais. O Morro da Crioula, reconhecido por exaltar o patrimônio afro-brasileiro, reforça na música a importância da coletividade, da espiritualidade e do respeito ao ciclo natural da vida, usando uma linguagem direta que aproxima o ouvinte da realidade retratada.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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