Não Reclamo da Chuva
Moto Perpétuo
Reflexão sobre aceitação e desapego em “Não Reclamo da Chuva”
“Não Reclamo da Chuva”, da banda Moto Perpétuo, traz uma abordagem serena diante das adversidades, usando a chuva como símbolo do tempo e das experiências que moldam a vida. O verso “Não reclamo da chuva porque lava minhas rugas” revela uma aceitação positiva das marcas do tempo e das dificuldades, mostrando que até os sinais do envelhecimento podem ser vistos como parte natural da existência. Essa visão reflete a proposta da banda, que, influenciada pelo rock progressivo e pela MPB, explorava temas existenciais e filosóficos, em sintonia com movimentos como o Clube da Esquina.
A letra também discute o desapego de bens materiais e das convenções sociais, como em “Nunca fui convidado a ter charutos e licores, já nem sei o que são valores...”, sugerindo uma crítica à busca por status e prazeres da elite. O trecho “Quando se abandona o mundo, fica mais bonito...” reforça a ideia de que a verdadeira liberdade está em se desprender das expectativas externas, valorizando a simplicidade: “É bem melhor uma roupa esfarrapada que o medo de sujar”. No final, a música propõe uma reflexão sobre as mudanças inevitáveis e o sonho como refúgio: “Sonho é bom fazer de conta que nunca vai chegar!”. Assim, a canção convida o ouvinte a contemplar e aceitar o fluxo da vida com tranquilidade, característica marcante da trajetória cult da Moto Perpétuo.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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