
Mal de Raiz
MPB-4
O humor e a cultura popular em "Mal de Raiz" do MPB-4
A música "Mal de Raiz", do MPB-4, utiliza o humor e referências à cultura popular brasileira para retratar o amor como uma doença difícil de curar. Os compositores Miltinho e Paulo César Pinheiro fazem uso de expressões como “Nem casca de aroeira resolveu”, “Nem chá de graviola: não baixou” e “Nem chá de quebra-pedra me valeu” para mostrar que, assim como certos males físicos, o sofrimento amoroso resiste até aos remédios caseiros mais tradicionais. Essas referências aproximam a canção do cotidiano do ouvinte, tornando o tema do amor mais leve e acessível.
A letra segue listando sintomas e tentativas de cura, como febre, pressão alta, queimaduras e o uso de losna, hortelã, babosa, batata e até fumo de rolo. O verso “me queimei, botei babosa, batata, manteiga, azeite, não passou” reforça a ideia de que o amor é um sentimento profundo, comparado a um fogo que não se apaga facilmente. No final, a música adota um tom mais melancólico ao afirmar que, mesmo quando o amor termina, nem a catuaba – conhecida por seu efeito revigorante – é capaz de aliviar a dor da perda. Assim, "Mal de Raiz" transforma o sofrimento amoroso em algo universal, usando a linguagem popular para mostrar que, apesar de todos os esforços, certas dores simplesmente não têm cura fácil.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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