
Minha Escolinha
Mukeka di Rato
Crítica social e abandono em "Minha Escolinha" do Mukeka di Rato
"Minha Escolinha", do Mukeka di Rato, faz uma crítica direta e irônica ao ciclo de abandono e violência que afeta jovens das periferias brasileiras. A letra acompanha o personagem principal, que começa com o sonho de ser "Dotô" (doutor), mas logo se depara com a dura realidade: "não achei escola nessa podridão" e "a escola era um lixo e podre era o odor". Esses versos evidenciam a precariedade das escolas públicas e a falta de oportunidades, conectando a narrativa ao contexto histórico da Febem, instituição marcada por condições degradantes e maus-tratos.
A música mostra como a ausência de uma escola adequada, a fome, a falta de professores e o ambiente insalubre levam o jovem ao abandono escolar e, depois, ao envolvimento com drogas e criminalidade. A referência à Febem, "quero ver quem gosta depois de ir pra Febem", reforça a crítica ao sistema que, em vez de recuperar, aprofunda a exclusão social. O desfecho trágico, com a morte violenta do personagem, resume a mensagem central: a negligência do Estado e da sociedade destrói sonhos e vidas. O tom sombrio e crítico, característico do Mukeka di Rato, transforma a história individual em um retrato coletivo de abandono e desesperança.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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