
Marvada Pinga (Zenaide)
Munhoz & Mariano
Humor e crítica ao amor e à bebida em “Marvada Pinga (Zenaide)”
“Marvada Pinga (Zenaide)”, de Munhoz e Mariano, usa o humor e a linguagem popular para mostrar como a cachaça influencia a vida de quem sofre por amor. A letra transforma a pinga em uma figura quase lendária, capaz de “dissolver as tripa, sapeca o 'estamu' e dizima as 'lumbriga'”, mas também revela seus efeitos negativos, como “deixa a cara inchada e 'vermeia'” e faz “homem dormir na escada da igreja”. Essa abordagem reforça a expressão cultural “marvada pinga”, que representa a bebida como algo traiçoeiro, trazendo tanto alívio quanto problemas para quem a consome.
A história gira em torno do abandono amoroso: o personagem principal, deixado por Zenaide, busca consolo na bebida e chega a dizer que “trocou a Zenaide por pinga”. O tom leve e irônico aparece nas comparações irreverentes, como afirmar que Zenaide “num valia nem uma 'cadorna'” ou “nem uma Maria-mole”, usando o deboche para amenizar a dor da perda. O uso de expressões regionais aproxima a música do cotidiano do público, enquanto a repetição dos efeitos da pinga serve tanto para satirizar quanto para alertar sobre o consumo exagerado. No fundo, a canção brinca com a ideia de que, diante da decepção amorosa, a bebida vira companhia, mesmo que traga consequências ruins.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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