
Apesar de tudo, humanos
Murisko
Reflexões sobre imperfeição em "Apesar de tudo, humanos"
A música "Apesar de tudo, humanos", de Murisko, explora de forma direta as ambiguidades e contradições presentes nas relações e na busca por identidade. Logo no início, versos como “não sei tu é um remédio / Um placebo ou mais um sintoma / Um fardo, um privilégio / Um beijo ou um hematoma” mostram como é difícil definir o papel das pessoas em nossas vidas, já que elas podem ser tanto fonte de cura quanto de sofrimento. A letra também questiona se traumas do passado ou fatores genéticos moldam quem somos, ressaltando que a formação da identidade é influenciada por elementos que muitas vezes fogem ao nosso controle.
O refrão “Porque somos humanos” funciona como uma aceitação das próprias limitações e contradições. A canção aborda sentimentos de fracasso e solidão, como em “Não fiz novos amigos / E afastei os que eu amo”, além de mostrar a luta interna entre amor, ódio, desejo e medo. O trecho “No céu que fabricamos / Matamos, adoecemos / Nessa cama descansamos, cultivamos pesadelos” sugere que até mesmo nos momentos de conforto, carregamos inquietações e falhas. O título faz referência ao álbum "Human After All" do Daft Punk, reforçando o tema da condição humana: somos frágeis, cometemos erros, mas seguimos tentando encontrar sentido. Ao repetir “Porque somos humanos”, a música sintetiza a aceitação das imperfeições como parte fundamental da existência.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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