Zarathustra
Museo Rosenbach
A Jornada Filosófica de 'Zarathustra' por Museo Rosenbach
A música 'Zarathustra' da banda italiana Museo Rosenbach é uma obra complexa e profunda, inspirada na filosofia de Friedrich Nietzsche, especialmente em sua obra 'Assim Falou Zaratustra'. A letra é dividida em cinco partes, cada uma explorando diferentes aspectos da filosofia nietzschiana e da condição humana.
Na primeira parte, 'L'ultimo uomo', a letra fala sobre o 'último homem', uma figura que Nietzsche descreve como o oposto do 'super-homem'. Este último homem é uma sombra miserável, um reflexo vazio do eu, que vive sem propósito e sem compreender a força que o impulsiona. A letra sugere que a vida sem um fim pode existir, mas é incompleta e vazia, refletindo a crítica de Nietzsche à falta de ambição e de propósito na sociedade moderna.
A segunda parte, 'Il re di ieri', aborda a ideia de que seguir caminhos sem fim é inútil. A letra menciona a figura de Deus e a necessidade de amar a terra, sugerindo que a divindade se forma no ventre da terra. Isso pode ser interpretado como uma crítica à religião tradicional e uma chamada para encontrar o divino na própria existência terrena, em vez de buscar respostas em dogmas antigos.
Na terceira parte, 'Al di là del bene e del male', a letra discute a moralidade e a religião. As 'tábuas antigas' e os 'divinos voleri' (vontades divinas) que dividem o bem do mal são criticados como construções humanas que limitam a liberdade. A letra sugere que a verdadeira sabedoria é insultada pela falsa moralidade criada pelo homem, e que a fé cega leva à perda da liberdade de escolha.
A quarta parte, 'Superuomo', é uma referência direta ao conceito do 'super-homem' de Nietzsche. A letra fala sobre a confusão causada por muitas respostas e tradições antigas que constroem um muro ao redor do indivíduo. No entanto, ao reconhecer essa confusão e buscar além dela, o 'super-homem' nasce, representando a superação das limitações impostas pela sociedade e pela moralidade tradicional.
A quinta parte, 'Il tempio delle clessidre', é instrumental, mas seu título sugere uma reflexão sobre o tempo e a eternidade, temas recorrentes na filosofia de Nietzsche. O 'templo das ampulhetas' pode simbolizar a contemplação do tempo como um ciclo eterno, uma ideia central no conceito do 'eterno retorno' de Nietzsche.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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