
Besouro (Cordão de Ouro)
Nação Zumbi
Resistência e ancestralidade em “Besouro (Cordão de Ouro)”
“Besouro (Cordão de Ouro)”, da Nação Zumbi, explora a relação entre resistência e ancestralidade ao homenagear Besouro Mangangá, lendário capoeirista símbolo da luta contra a opressão. O termo “madrugadiano” sugere alguém que age discretamente, evocando a necessidade de astúcia e proteção em tempos de perseguição, como viviam os capoeiristas no início do século XX. A repetição de “Besouro, cordão de ouro” reforça a imagem do personagem, cuja lenda dizia que era invulnerável a balas e ataques, protegido por um cordão de ouro considerado amuleto.
A letra faz referência direta à capoeira, destacando elementos como a “roda viva” e a “ginga”, que são centrais nessa expressão cultural. O trecho “osso, suor e sangue / sem nem dizer o nome” evidencia o sacrifício e a luta silenciosa dos que resistem, enquanto “tocaia nem sempre acerta o mesmo lugar” aponta para a imprevisibilidade e habilidade de escapar do perigo, características atribuídas a Besouro. O contexto do filme e a participação de Gilberto Gil reforçam o tributo à cultura afro-brasileira e à resistência coletiva, transformando a música em uma celebração da força e da memória dos que lutaram por liberdade.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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