
Foi de Amor
Nação Zumbi
O amor como vício e risco em "Foi de Amor"
"Foi de Amor", da Nação Zumbi, apresenta uma visão pouco idealizada do amor, comparando-o a uma droga perigosa. No verso “Foi de amor, droga mais que letal / Quando não mata, aleija / Faz esse temporal”, a banda mostra que o amor pode ser devastador, deixando marcas profundas mesmo quando não é fatal. O uso da palavra “droga” traz um tom irônico e popular, sugerindo tanto a intensidade quanto a dependência emocional que o sentimento pode causar.
O contexto do álbum, lançado após um longo hiato da banda, reforça a maturidade da abordagem. A letra não se preocupa com a duração ou a formalidade das relações, mas sim com a intensidade do que foi vivido, como destaca o refrão repetitivo “Foi de amor”. A ironia aparece também em versos como “Não tem nem contra-indicação / Dependendo da dose / Acelera e racha o coração”, que brincam com termos médicos para mostrar que, mesmo sem contraindicações aparentes, o amor pode ser perigoso se consumido em excesso. Já a frase “Não tem boquinha não / Com arrancar corações” reforça que ninguém está imune ao sofrimento amoroso. Assim, a música convida o ouvinte a refletir sobre a força dos sentimentos e as consequências inevitáveis de se entregar ao amor.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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