
A Culpa É Nossa
Nadson o Ferinha
Responsabilidade e ironia em "A Culpa É Nossa" de Nadson o Ferinha
"A Culpa É Nossa", de Nadson o Ferinha, se destaca pelo tom irônico e direto ao abordar a responsabilização em um relacionamento marcado pela traição. O narrador desafia o parceiro a assumir a culpa, mas já prevê a tentativa de manipular a situação para não sair como o vilão. O verso “O que chama de erro, eu chamo de escolha” deixa claro que, para ele, a traição não foi um deslize, mas uma decisão consciente. Essa postura é reforçada pela repetição de frases como “de cê ter traído, de cê ter mentido, de cê ser um bosta”, que expõem o ressentimento, a mágoa e também uma sensação de alívio por não aceitar a culpa que o outro tenta impor.
O contexto do arrocha, gênero conhecido por letras confessionais e emotivas, amplifica o impacto da música ao tratar de um tema universal: a tentativa de dividir a culpa em términos. Nadson o Ferinha transforma a dor da desilusão amorosa em um discurso franco, sem rodeios e com sarcasmo. Ao dizer “mente aí que a culpa é nossa”, a letra escancara o jogo de manipulação emocional, ironizando a tentativa de compartilhar uma culpa que, para o narrador, é claramente do outro. A música se destaca pela honestidade e pela recusa em suavizar a verdade para proteger o ego alheio.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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