
Ladrão
Naiara Azevedo
Humor e superação no pós-término em “Ladrão”
Em “Ladrão”, Naiara Azevedo subverte a ideia tradicional de um assalto ao tratar o tema com humor e ironia. Em vez de medo, a protagonista vê o ladrão como alguém que pode ajudá-la a se livrar de lembranças dolorosas de um relacionamento passado. Ela menciona objetos como o carro, "impregnado com o perfume que ela usava", e a aliança, "que pra mim não vale nada", mostrando que perder esses itens pode ser um alívio, não uma perda. Essa abordagem leve transforma uma situação normalmente tensa em uma oportunidade de libertação emocional.
O refrão reforça essa ideia ao destacar o celular como o objeto mais importante a ser levado: "Que se eu beber, eu vou querer ligar / Chorando, implorando pra voltar". Aqui, a música brinca com a vulnerabilidade após o término, sugerindo que, para evitar recaídas, é melhor não ter como entrar em contato com o ex. A gravação no Morro do Vidigal, conhecida por seu clima descontraído, contribui para o tom leve e irônico da canção. A frase final, "Ainda bem que eu não sei / O número dela de cor", traz um toque de alívio e autodepreciação, mostrando que, mesmo diante da dor, é possível rir de si mesmo e seguir em frente.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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