
Clube da Esquina Nº 2
Nana Caymmi
Juventude e esperança coletiva em “Clube da Esquina Nº 2”
A letra de “Clube da Esquina Nº 2”, interpretada por Nana Caymmi, traz uma reflexão sobre juventude, sonhos e o tempo, dialogando diretamente com o espírito coletivo do movimento Clube da Esquina. O verso “Porque se chamava moço / Também se chamava estrada / Viagem de ventania” sugere a juventude como um caminho aberto, repleto de possibilidades e incertezas, onde o impulso é sempre seguir adiante. A repetição do som “asso” reforça a ideia de movimento constante, como se a vida fosse impulsionada por um vento contínuo.
A música também destaca a resistência dos sonhos diante das dificuldades, especialmente no contexto político do Brasil dos anos 1970. No trecho “E sonhos não envelhecem / Em meio a tantos gases lacrimogênios / Ficam calmos”, há uma referência à repressão policial da época, simbolizada pelo gás lacrimogêneo usado em protestos. Mesmo assim, os sonhos permanecem serenos, transmitindo esperança e resiliência. Já o trecho “E o rio de asfalto e gente / Entorna pelas ladeiras / Entope o meio-fio” utiliza a imagem do rio para retratar o fluxo da vida urbana e das multidões, especialmente em Belo Horizonte, cidade dos compositores. Ao final, a repetição de “gente” reforça a importância da coletividade e da união, valores centrais do Clube da Esquina.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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