
Que Cor Tem Lá?
Nanan
Diversidade e ancestralidade em “Que Cor Tem Lá?” de Nanan
A música “Que Cor Tem Lá?”, de Nanan, utiliza a metáfora das cores para abordar a diversidade religiosa e cultural do Brasil. A repetição do verso “Violeta tem na cauda do pavão” destaca a beleza e a variedade presentes na união de diferentes crenças, sugerindo que, assim como as penas do pavão formam um conjunto harmonioso, a convivência entre várias tradições pode criar algo belo e significativo.
A letra faz referências diretas a figuras e símbolos de várias religiões e culturas, como Krishna (hinduísmo), São Miguel (cristianismo), Ogum, Oxóssi, Oxum e Juramidã (religiões afro-brasileiras e Santo Daime), além do “cocar do rei Tupinambá” (tradição indígena) e “Ay hum hunab ku” (cosmologia maia). Cada cor citada – o verde das matas, o amarelo de Oxum, o vermelho Kaxinawá – está ligada a uma entidade ou tradição, reforçando o sincretismo e a valorização das raízes ancestrais. A pergunta “Que cor tem lá? Que cor sou eu?” convida o ouvinte a refletir sobre sua própria identidade, reconhecendo-se como parte de um “arco-íris” de influências e espiritualidades.
A sonoridade da canção acompanha essa proposta, misturando elementos da MPB com ritmos tradicionais para criar uma atmosfera leve e espiritual. “Que Cor Tem Lá?” celebra a pluralidade, a conexão com a natureza e o universo, e propõe uma visão de pertencimento que ultrapassa fronteiras religiosas e culturais, incentivando o autoconhecimento e o respeito à diversidade.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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