
O Preço do Amanhã
Napoleão de Hospício
Reflexão sobre tempo e rotina em “O Preço do Amanhã”
A música “O Preço do Amanhã”, de Napoleão de Hospício, aborda a sensação de urgência e deslocamento diante do tempo que passa rápido, especialmente no contexto da vida urbana. O verso “O tempo corre veloz, estou sempre atrasado” expressa claramente essa inquietação, enquanto a cena de correr entre carros e ver tudo se tornar passado faz uma crítica à rotina acelerada das cidades e à constante impressão de estar perdendo algo importante. A frase “dias viram noites invernais” reforça o clima melancólico, associando o cotidiano das grandes cidades a um ambiente frio e impessoal, onde as pessoas se sentem perdidas, como “folhas levadas pelo vento”.
O nome da banda, Napoleão de Hospício, acrescenta uma camada de reflexão sobre identidade e alienação, remetendo à ideia de pessoas que acreditam ser figuras grandiosas em meio ao delírio. Isso se conecta à letra quando questiona: “E se a vida lhe roubasse uma segunda chance?”, mostrando o desejo de recomeço e a dificuldade de encontrar sentido em meio ao caos. Ao rejeitar as ilusões da “propaganda, em luzes de neon”, a música valoriza experiências autênticas, como a busca por paz, amor e a inocência perdida, representada pela “criança que o tempo acordou”. O final, com o Sol iluminando o jardim, traz uma mensagem de esperança e destaca a importância das pequenas alegrias, resumidas na pergunta: “O que te faz sorrir?”.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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