
Faz Escuro Mas Eu Canto
Nara Leão
Esperança coletiva e resistência em “Faz Escuro Mas Eu Canto”
A música “Faz Escuro Mas Eu Canto”, interpretada por Nara Leão, ganha força ao transformar a escuridão dos tempos da ditadura militar em um chamado à esperança coletiva. O verso-título, retirado do poema de Thiago de Mello, reconhece o sofrimento vivido, mas destaca a importância de resistir e manter a esperança ativa. Quando a letra afirma “Vale a pena não dormir para esperar / Porque a manhã vai chegar”, deixa claro que a persistência e a vigilância são essenciais para atravessar períodos difíceis, com a confiança de que dias melhores virão.
O convite ao “companheiro” e à “multidão” para esperar juntos pela chegada da manhã reforça o sentido coletivo da luta e da esperança, algo marcante no contexto político da época. Nara Leão, conhecida por seu engajamento, utiliza a canção como uma forma de resistência cultural, promovendo união e coragem. A imagem do sol e da alegria que chega para “esquecer o que eu sofria” simboliza a superação do passado doloroso e a construção de um futuro melhor, onde a alegria é resultado do esforço conjunto. Assim, a música se torna um hino de otimismo e perseverança, mostrando que, mesmo diante da escuridão, cantar e esperar juntos é um ato de fé na transformação.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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