
Garras
Nasa Histoires
Ansiedade como fera em "Garras" expõe luta interna intensa
Em "Garras", da banda Nasa Histoires, a ansiedade é retratada como uma criatura selvagem que persegue e dilacera o narrador. Expressões como “me cazas” (você me caça) e “eres una hiena” (você é uma hiena) reforçam a sensação de ser caçado por algo incontrolável, transmitindo de forma direta o tormento vivido por quem sofre com ansiedade. A letra destaca a dificuldade de permanecer no presente, evidenciada em versos como “llenando de teorías mi cabeza / con futuros irreales sin certeza” (enchendo minha cabeça de teorias / com futuros irreais sem certeza), que ilustram o ciclo de pensamentos ansiosos e a antecipação de problemas que podem nunca acontecer.
O refrão, com o pedido repetido “Ay, ansiedad / por favor no vuelvas más” (Ai, ansiedade / por favor, não volte mais), e a frase “sé que tú no eres real / pero hagamos una tregua, ya no quiero batallar más” (sei que você não é real / mas vamos fazer uma trégua, não quero mais lutar), revelam o cansaço e a vulnerabilidade do narrador. A metáfora das garras, que “desgarran mi espalda” (rasgam minhas costas) e “me queman” (me queimam), transforma o sofrimento emocional em algo físico e palpável. O clímax da música, marcado pela súplica por descanso, resume o tema central: a busca por alívio diante de uma batalha interna constante. A banda também indica que essa faixa é o início de uma narrativa maior, que será explorada no novo álbum.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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