
Aquellos Ojos Verdes
Nat King Cole
Desejo e saudade em “Aquellos Ojos Verdes” de Nat King Cole
Em “Aquellos Ojos Verdes”, Nat King Cole interpreta uma canção marcada pela saudade de um amor idealizado e inalcançável. Os “ojos verdes” funcionam como símbolo desse sentimento: olhos que, com sua “mirada serena”, transmitem tranquilidade e beleza, mas também uma distância emocional impossível de superar. O narrador expressa uma “eterna sed de amar” — uma sede de amor que nunca será saciada, reforçando o tom de nostalgia presente em toda a música.
A letra destaca o contraste entre a doçura do passado e a tristeza do presente, especialmente nos versos: “No saben las tristezas que en mi alma han dejado / Aquellos ojos verdes que yo nunca besaré” (“Não sabem as tristezas que deixaram em minha alma / Aqueles olhos verdes que eu nunca beijarei”). A impossibilidade de viver esse amor se transforma em melancolia, um tema central do bolero. A metáfora dos olhos como “lago” de águas calmas sugere profundidade e mistério, mostrando que o narrador se viu refletido neles apenas por um breve momento. Composta em Cuba em 1929, a canção rapidamente ganhou reconhecimento internacional, e a versão de Nat King Cole, gravada durante sua aproximação com o público latino-americano, ajudou a eternizar esse sentimento universal de desejo e perda. Sua presença em trilhas sonoras de filmes nostálgicos, como “In the Mood for Love”, reforça o impacto duradouro da música.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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