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Minha Mãe Que É Minha Mãe

NATTAN

Humor e irreverência familiar em “Minha Mãe Que É Minha Mãe”

Em “Minha Mãe Que É Minha Mãe”, NATTAN utiliza o humor autodepreciativo para retratar a relação entre o narrador e sua mãe. No trecho “Minha mãe que é minha mãe / Vive falando que eu sou tralha / Que eu não presto, sou um puto, um cachorro e um canalha”, o artista assume, de forma leve e divertida, a fama de irresponsável e mulherengo. A repetição dessas expressões reforça o tom descontraído, mostrando que o personagem não se ofende com as críticas e encara tudo com bom humor.

A música aborda situações comuns de relacionamentos casuais, como fica evidente em “Telefone toca a novinha ligando / Eu aqui no meio do mundo e ela me perturbando”. O narrador deixa claro que não busca compromisso e transfere a responsabilidade emocional para a outra pessoa, como em “A culpa não é minha se tu foi emocionada”. Essa postura reforça o estereótipo do “cabra safado” presente no forró, mas sem agressividade, apenas como parte de uma persona divertida e descompromissada. O uso irônico de termos como “tralha”, “puto” e “canalha” transforma a música em uma confissão bem-humorada sobre não corresponder às expectativas dos outros, nem mesmo às da própria mãe.

Composição: Gabriel Alongado / Tuca No Beat / Guilherme Andrade / MC Nito / Gilsinho. Essa informação está errada? Nos avise.

O significado desta letra foi gerado automaticamente.


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