Acre Doce
Nazaré Pereira
Saudade e raízes em "Acre Doce" de Nazaré Pereira
"Acre Doce", de Nazaré Pereira, explora a saudade das origens e o desejo de retorno à terra natal, mesmo após experiências e conquistas em outros lugares. No verso “Parei os rios, campos e florestas pra correr o mundo em busca de amplidão”, a artista expressa como, apesar de buscar novos horizontes fora do Acre, o sentimento de pertencimento permanece forte. A expressão “meu torrão” reforça esse vínculo afetivo, enquanto a repetição de “Dessa distância eu queria voltar / Pra minha história eu recomeçar” destaca o desejo de reviver memórias da infância e reencontrar a simplicidade do passado.
O contexto da colaboração com Luiz Gonzaga, referência do baião, e a trajetória de Nazaré Pereira, que saiu do Acre para o mundo, enriquecem o significado da música. "Acre Doce" homenageia não só o estado natal da artista, mas também a mistura de culturas do Norte e Nordeste do Brasil. A letra compara o Acre à doçura e à beleza de uma infância perdida, sugerindo que, mesmo conhecendo “toda essa verdura” do mundo, nada substitui o sabor das raízes e das lembranças de casa. A canção transmite um sentimento universal de saudade e a vontade de recomeçar a partir das próprias origens.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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