
Empresário de Araque/ Sururu Na Praça Sete
Neguinho da Beija-Flor
Crítica social e humor em “Empresário de Araque/ Sururu Na Praça Sete”
A música “Empresário de Araque/ Sururu Na Praça Sete”, de Neguinho da Beija-Flor, utiliza o samba para retratar personagens e situações do cotidiano brasileiro com uma mistura de humor e crítica social. Na primeira parte, o chamado “empresário de araque” é apresentado como um impostor que ostenta riqueza e influência, mas na verdade é um farsante. Expressões como “usando roupa de xeique, dizendo ser do Iraque” e a referência ao “petrocheque ouro” ironizam pessoas que tentam se passar por grandes empresários para enganar os outros, destacando a ostentação vazia e a esperteza de quem busca vantagens fáceis.
Na segunda parte, a música muda para a Praça Sete, onde ocorre um “sururu” — uma confusão típica de rua — envolvendo personagens populares como Marinete, Eliete e Margarete. A letra descreve brigas, fofocas e pequenas trapaças, criando um cenário caótico e divertido da vida urbana. O uso de rimas rápidas e trocadilhos, como “vendedora de breguete, de bala de bola de brilho de sola”, dá ritmo e leveza à narrativa. O final, com a chegada da polícia e o “cassetete”, mostra que, apesar da confusão, tudo termina de forma típica das desordens de rua. Assim, Neguinho da Beija-Flor faz uma crônica bem-humorada sobre a esperteza e as pequenas desventuras do cotidiano brasileiro.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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