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Letra

Eu

I

A porta do vento se abre devagar, o assobio áspero começa a soarPoarta-a vintului incet deschide, aspru suier 'ncet purcede
O inverno trancado, a floresta verdejante.Iarna incuiata, codru inverzit.
Branco e preto se entrelaçam, o tempo secreto se revelaAlb si negru sa-mpleteste, timpu tainic daspleteste
A gota cai, a pedra se despedaça,Picatura pica, piatra sa daspica,
A dança se anima, a água se agita, o gelo se solidifica,Hora sa-nvirteste, apa daspleteste, ghiata inchegata,
Levando o tempo antigo, da montanha, da pedra;Da vechi timp purtata, din miaz munte da piatra;
Sinto que o tempo está começando. Dalasine. E para o caminho escolhido.Samn ca timpu sa porneste. Dalasine. Si p' ales fagas.
Na profundidade da floresta, na voz dos ventos,La-ndasitu codrilor, in glasu vinturilor,
E na sombra da pedra, um rosto esculpido, na montanha, no alto CeahlauSi-n umbra pietrii, chip sfrintat, 'n munte, 'n 'nalt Ceahlau
Que da geleira congelada, tomou a forma que lhe foi dada. Eterna!Ce din gheata inghetata, lua forma ce-i fu data. Vesnic!
Rosto... através da água e do fogo, tempestuoso... dança;Chiparus... prin para si foc, vijelios... joc;
Como se queimasse no fogo, passando para o outro lado, através das brasas e cinzasCa prin foc sa arza, dincolo sa treaca, prin jar si cenusa
Cima do caminho que se foi, o caminho escolhido.Sus pe calea cea apusa, ce-a alesului fagas.
Irmãos tranquilos, rohmani! Sendo verdadeiros, vão atrás da água Simbetii,Frati blajini, rohmani! Din aievea fiind, da dupa apa Simbetii,
Atrás da trilha de Novac,Dupa brazda lu Novac,
Do buraco da terra, do alto da montanha,Din scorbu pamintului, al din naltu muntelui,
Da montanha cinza, e do abeto,Muntelui caruntului, s-al bradului,
Do abeto, valente.Bradului, viteazului.
Nos cumes da montanha, nos pequenos abetos, na antiga estalagem,La virfsori da munte, la bradui marunti, la stina batrina,
Onde a grama cresce, e se entrelaça em quatro,Unde iarba creste, da-n patru sa-mpleteste,
O cervo do campo, a fera do campo, da terra, desce devagar pelo vale...Cerbu runcului, fiara cimpului, s-a pamintului, agale-n plai coboara...
Todas as árvores em seu caminho, os galhos se curvamToti copaci in calea sa, crengile-s pleca
Seus chifres são como pérolas e espinhosCoarnele-i margaritare s-impunzatoare
Balançando, levando para o lugar secreto, o caminho.Laganat purtat, spre al tainic loc, fagas.
Como a urtiga se entrelaça, se entrelaça e floresce,Cum urzica sa nunteste, sa-nunteste s-nfloreste,
Do vasto mundo, um trono de leis para reunirDin intins cuprins da lume, scaun da lege sa aduna
As palavras a serem ditas, claramente e para todos.Vorba sa o spuna, raspicat si pentru tati.
A lei da bebida e do medo. Justo!Legea bitii si cea fricii. Drept!
O peito do urso marcado,Pieptu ursului brazdat,
E o Fogo Vivo, seguindo a Estrada das OvelhasDa Focu Viu, da dupa Strimba Oilor
No meio das clareiras, e no meio das florestas,In mijlocu poienilor, si-n mijlocu padurilor,
A chama se reflete, e do fogo e do sangueFlacara-i rasfringe, si din foc si singe
Brota o verde do abeto, encharcado, ensanguentado... materializado... iluminado.Mugur verde da brad, imbucat, insingerat... s-ntrupat... dascatusat.
Daqui, para onde... para o outro lado...D-aci, incotro... dincolo...
Caminho!Fagas!


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