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História de Um Valente

Nelson Cavaquinho

LetraSignificado

Historia de un valiente

História de Um Valente

¿Quién dice, no mienteQuem diz, não mente
En la mano de un débilNa mão de um fraco
Un hombre valiente siempre muereSempre morre um valente
Soy de ese tiempo de blancuraSou daquele tempo do brancura
Que los débiles estaban a cargoQue os fracos mandavam
El fuerte a la tumbaOs fortes para a sepultura
¿Quién dice, no mienteQuem diz, não mente
En la mano de un débilNa mão de um fraco
Un hombre valiente siempre muereSempre morre um valente
Cuando fui a la mangueraQuando eu fui pra mangueira
Noel solía decirNoel dizia
Llegó el revólverO revolver veio
Para poner fin a la valentíaPra acabar com a valentia

Cuando fui a la mangueraQuando eu fui pra mangueira
Noel solía decirNoel dizia
Llegó el revólverO revolver veio
Para poner fin a la valentíaPra acabar com a valentia
¿Quién dice, no mienteQuem diz, não mente

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