
Ciclone
Nelson Gonçalves
Orgulho e redenção no reencontro de “Ciclone”
Em “Ciclone”, Nelson Gonçalves utiliza a imagem do ciclone para ilustrar as forças intensas e inesperadas que transformam a vida dos personagens, especialmente no contexto de um relacionamento marcado por orgulho e mágoa. O ciclone simboliza tanto o evento que separa o casal quanto a força dos sentimentos que impedem uma reconciliação. Isso fica evidente nos versos: “Nenhum de nós pensou voltar atrás. Que orgulho! Quantos desatinos!”, em que o orgulho é apontado como o principal motivo da separação.
A música adota um tom nostálgico ao mostrar o protagonista comparecendo ao casamento da amada, mesmo sofrendo, e “traga a mágoa no peito sem rancor”. Anos depois, o reencontro com a ex-amada, agora arrependida e desejando reatar, reforça os temas de arrependimento e busca por redenção. O trecho “Sou eu, que cansei de mentir, de fingir e enganar. Sou eu, que cansei de outra boca beijar pensando em ti” revela a sinceridade do arrependimento e a persistência dos sentimentos, apesar do tempo e das escolhas equivocadas. Assim, “Ciclone” retrata como o orgulho pode destruir sonhos de amor, mas também como o tempo pode trazer reflexão, saudade e a esperança de um recomeço.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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