
Os Croquetes Acabam
NENA
Relações efêmeras e solidão em "Os Croquetes Acabam"
Em "Os Croquetes Acabam", NENA transforma o fim de um petisco típico de festas em uma metáfora para a transitoriedade dos prazeres e das conexões sociais. A música se passa em uma festa de empresa, onde a artista usa ironia e leveza para retratar o desconforto de quem se sente deslocado nesses ambientes. Isso fica claro em versos como “Fica aí no teu canto, não digas: Olá tanto / Não faças uma cena, já está tudo com pena”, que mostram a pressão para se encaixar e o medo de chamar atenção de forma negativa. NENA destaca, inclusive em entrevistas, que a superficialidade das interações e o desejo de aceitação são temas centrais dessa fase de sua carreira.
A letra explora o contraste entre a diversão coletiva e a solidão que surge quando a festa acaba, simbolizado em “Os croquetes acabam e as saudades atacam”. Personagens como “a Rita da contabilidade” e “a Paula do piso número cinco” representam figuras comuns do ambiente corporativo, reforçando o caráter universal dessas situações. Pequenas cenas, como copos caindo e conversas paralelas, ilustram como os laços criados nesses eventos são passageiros. Ao brincar com a repetição e a rotina, NENA sugere que, apesar das festas e dos brindes, muitos continuam buscando pertencimento e reconhecimento, mas acabam sozinhos, como no verso “Tu sozinho a chamares de bodas / É tão triste”. Assim, a música se torna uma crônica bem-humorada sobre a nostalgia e o vazio que podem surgir após momentos de alegria coletiva.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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