
Mata Atlântica
Nengo Vieira
Preservação e crítica histórica em "Mata Atlântica" de Nengo Vieira
Em "Mata Atlântica", Nengo Vieira faz uma crítica direta à relação entre a colonização do Brasil e a destruição ambiental. Logo no início, a letra menciona a chegada de Cabral e a exploração do Pau-Brasil, conectando o início do desmatamento à ganância dos colonizadores. O artista destaca também o impacto dessa exploração sobre os povos indígenas, chamados de "dono desse lugar", que perderam seus territórios e direitos com a invasão europeia.
A música utiliza o reggae como ferramenta de denúncia, reforçando a mensagem com o refrão repetitivo: "Não, não, não mate as matas / Não, não desmate as matas não". Esse apelo direto busca sensibilizar o ouvinte para a urgência da preservação ambiental. Nengo Vieira valoriza a riqueza da Mata Atlântica ao citar sua biodiversidade, o ar puro, a água potável e as plantas medicinais, além de mencionar animais ameaçados como o mico-leão-dourado e a onça-pintada. Versos como "Óh homem ... quanto você destrói / E consome ... todos os recursos naturais" criticam o comportamento predatório da humanidade, enquanto "a Terra ... que clama por socorro chora e agonia" transmite a gravidade da situação ambiental. Assim, a canção se torna um manifesto em defesa da Mata Atlântica, chamando atenção para a importância de proteger tanto a natureza quanto os povos originários.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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