
Ao Meu Redor
Nenhum de Nós
Reflexão sobre destino e incerteza em “Ao Meu Redor”
"Ao Meu Redor", da banda Nenhum de Nós, aborda a inquietação diante da falta de controle sobre o próprio destino. A letra revela um desconforto com a ideia de que o futuro está "guardado em tuas mãos", mostrando a sensação de impotência diante de forças externas ou de alguém que detém esse poder. O verso "Ciganas já não valem nada" reforça a descrença em previsões e superstições, indicando que nem mesmo as tentativas tradicionais de prever o futuro trazem respostas ou conforto real.
A música também reflete sobre a relação entre passado, presente e futuro. No trecho "Eu trago dentro de um livro escrito o meu passado / Em letras que se apagam sem nenhuma explicação", a memória aparece como algo frágil, sujeito ao esquecimento. O presente e o futuro se misturam nas "coisas ao redor", sugerindo confusão e incerteza. O questionamento final – "É tudo magia ou superstição? / É tudo loucura ou alucinação?" – destaca a dúvida sobre o que realmente influencia o rumo da vida: acaso, crenças ou apenas a percepção subjetiva da realidade. Lançada em um momento de grande visibilidade para a banda, a canção traz um tom introspectivo e universal, dialogando com a busca de sentido em meio à incerteza do cotidiano.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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