
Lá Vai Eu e a Minha Dor
Nervoso Cantador
A dor e a superação em "Lá Vai Eu e a Minha Dor"
Em "Lá Vai Eu e a Minha Dor", Nervoso Cantador explora a relação entre sofrimento pessoal e a prática da capoeira. O verso repetido “Lá vai eu e a minha dor, e a minha dor berimbau, e a minha dor” mostra como a dor se torna uma companhia constante, simbolizada pelo berimbau, instrumento central da capoeira. Aqui, o berimbau não é apenas musical, mas representa a luta, a resistência e a força para enfrentar dificuldades. O trecho “E que me tirem tudo / Mas deixem a capoeira” reforça que, mesmo diante de grandes perdas, a capoeira permanece como fonte de identidade e consolo, sendo essencial para o protagonista.
A música também faz uma ligação direta entre os desafios da vida e a dinâmica da capoeira, usando a expressão “rasteiras da vida” para ilustrar obstáculos e quedas. O verso “Capoeira é ela que me ensina / Que tem hora de cair / E o tempo de levantar” deixa claro que a arte marcial ensina resiliência e superação. O desejo de corrigir erros do passado aparece em “Desejei voltar lá no passado / Pra consertar os erros”, mas a orientação do mestre – “Que pra frente eu devo andar” – destaca a importância de seguir em frente e aprender com as experiências. Assim, a canção equilibra melancolia e esperança, mostrando que a dor é reconhecida, mas não impede o movimento e a busca por renovação.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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