
Canto Alegretense
Neto Fagundes
Tradição e pertencimento em “Canto Alegretense” de Neto Fagundes
Em “Canto Alegretense”, Neto Fagundes transforma a cidade de Alegrete em um símbolo de pertencimento e identidade cultural. Ao evitar responder diretamente “onde fica o Alegrete” e sugerir que se siga “o rumo do teu próprio coração”, a música valoriza o sentimento de ligação afetiva com o lugar, mais do que sua localização geográfica. Essa abordagem, inspirada em uma resposta espontânea de Nico Fagundes, faz do Alegrete um lar simbólico para todos que compartilham dos valores e tradições gaúchas.
A letra traz imagens marcantes da vida no campo, como “ginete”, “toque de gaita e de violão” e “Sol como uma brasa que ainda arde / Mergulhado no rio Ibirapuitã”, reforçando o orgulho pelas paisagens e costumes locais. O refrão une a identidade regional à nacionalidade ao destacar o “canto gauchesco e brasileiro” e mencionar símbolos como “flor de tuna”, “camoatim de mel campeiro” e “pedra moura das quebradas do Inhanduí”. Esses elementos funcionam como metáforas para a resistência, doçura e solidez do povo gaúcho. O desejo de, na “hora derradeira”, ver “o Sol alegretense entardecer” e “virar minha cabeça / Para os pagos no momento de morrer” expressa um apego profundo à terra natal, traduzido como “pagamento / De uma dívida de amor e gratidão”. Assim, a canção se consolida como um hino à tradição, à memória e ao orgulho de ser gaúcho, tocando não só quem nasceu em Alegrete, mas todos que se identificam com a cultura do Rio Grande do Sul.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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