Loucura
Neto Trindade
Cotidiano irreverente e crítica social em “Loucura”
A música “Loucura”, de Neto Trindade, retrata situações comuns do cotidiano urbano, especialmente em bairros periféricos, usando gírias e expressões populares para criar uma narrativa leve e cheia de duplos sentidos. O termo “baratinha” na letra é uma gíria para viatura policial, enquanto “jacaré” pode se referir tanto a um policial quanto a uma situação complicada. Quando o narrador diz: “na eskina fumando um cigarrinho com xegado / apareceu uma baratinha e me levou pro delegado”, ele descreve uma abordagem policial inesperada, algo frequente na realidade de muitos jovens brasileiros.
O refrão “Xerere xerere foi o tal do jacare” reforça o tom descontraído e irônico da música, mostrando o narrador lidando com a situação com bom humor, mesmo diante da repressão policial. Neto Trindade utiliza elementos do punk, reggae e MPB para dar leveza ao tema, transformando uma experiência adversa em algo quase cômico. A música transmite uma mistura de resignação e irreverência, sugerindo que, apesar das dificuldades, é possível encarar a vida com um pouco de loucura e leveza, sem perder a crítica social implícita.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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